Mostrando postagens com marcador escritores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escritores. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de janeiro de 2014

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Livros e personalidades - 26

Agatha Christie
Escritora britânica  (1890 - 1976)
A montanha de livros indica o grande volume de sua produção 
(foram 86 romances e 24 peças de teatro).

sábado, 30 de julho de 2011

Livros e personalidades - 25

Émile Zola
escritor francês (1840-1902)
Autor de contos e de uma série de romances agrupados sob o nome "A saga dos Rougon-Macquart" 
entre os quais estão "A besta humana" e "Germinal".

Morreu assassinado, asfixiado juntamente com sua esposa, em sua casa (a chaminé de sua lareira fora criminosamente entupida), após provocar o descontentamento de várias figuras "importantes" ao publicar o texto "J'accuse" (Eu acuso) no qual se manifestava sobre o famoso caso Dreyfus, levantando a opinião pública.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Livros e personalidades - 24

Vinícius de Moraes lendo
(poeta, compositor, diplomata - 1913-1980)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Livros e Personalidades - 18

Já que logo estarei falando dele... 

Ernest Hemingway lendo. 
 

escrevendo


e com um de seus muitos gatos.

Quanto aos gatos, tem uma história curiosa:  
Ele gostava muito de gatos e tinha vários em sua casa na Flórida que, hoje, é um museu.   

Parece que, uma vez, ele ganhou de um capitão de um barco, um gato com seis dedos nas patas da frente (o normal é cinco nas da frente e quatro nas de trás).  Conseqüentemente, muitos dos gatos que hoje vivem no museu (cerca de 60) têm dedinhos a mais... descendentes daquele primeiro.

Quase todos os gatinhos têm nomes de escritores, pintores ou atores famosos (Emily Dinkinson, Pablo Picasso, Gertrude Stein, Spencer Tracy...).
As fotos estão no site do museu: http://www.hemingwayhome.com/HTML/our_cats.htm


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

P. G. Wodehouse

Pelham Grenville Wodehouse
(1881-1975)


P.G. Wodehouse é um dos mais conhecidos escritores de língua inglesa, especialmente pelo seu humor e crítica aos costumes e foi considerado pela opinião pública inglesa o maior humorista do século XX.

Deixou vasta obra, com 70 romances, 200 contos, 100 histórias para revistas, além de 400 artigos, 19 peças de teatro e 250 letras para canções de comédias musicais, tendo como parceiros Jerome Kern, Cole Porter e Ira Gershwin, entre outros.

Morava na França durante a Segunda Guerra e foi preso pelos alemães, tendo sido convencido por estes a realizar sketches na rádio para distrair os americanos.  Foi acusado de colaborar com os nazistas e de traição.  Como conseqüência, seus livros desapareceram das livrarias.
Alguns escritores o apoiaram, entre eles George Orwel que escreveu, em 1945, "Em defesa de P.G. Wodehouse".
Desgostoso, mudou-se para os Estados Unidos, onde se naturalizou americano.

Seu personagem principal, e mais conhecido, é o mordomo Jeeves, perfeito, infalível, super culto e organizado, que resolve todos os problemas e tira seu patrão, Wooster, das encrencas em que este sempre se mete.

Infelizmente, nos últimos tempos, dele só foram editados 3 romances, que estavam esgotados (comprei os meus em um sebo), mas parece que foram relançados, o que é uma ótima notícia.
Continua sendo uma pena, no entanto, que sejam somente 3 livros em português, porque o texto original é cheio de trocadilhos e utiliza um vasto vocabulário, exigindo que o leitor seja um bom conhecedor da língua de Shakespeare para desfrutar da obra como se deve, embora muitas de suas obras estejam disponíveis (em inglês) no Projeto Gutemberg (quem lê bem em inglês corra para aproveitar!)

Nestes tempos de editoração eletrônica, eu realmente não consigo entender porque os livros não são publicados.
Meus protestos!

O autor está sempre presente nesta estante:

1- Então tá, Jeeves.
2- Obrigado, Jeeves
3- Webster, o gato
4- O Código dos Wooster
5- My Man Jeeves
6- O Homem que não gostava de gatos
7- Sem dramas, Jeeves


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Meme Literário - Dia 29

Dia 29 – Um escritor que você adora e um que você detesta

Ô perguntinha complicada.
Como dizer que eu detesto um escritor?
Em geral quando a gente lê um livro e não gosta, não volta mais a ler outros daquele escritor, mas não quer dizer que ele seja horrível.
Pode ser que aquele livro tenha sido uma falha em sua carreira, e haja outros bons...
Não sei, realmente não sei...


Esqueci que tinha de falar sobre um que eu adoro... ô cabeça!

Eu adoro Machado de Assis, mas principalmente nos contos, acho que é o "timing" perfeito dele.
Adoro Monteiro Lobato (os infantis e os adultos)
Adoro Gabriel Garcia Marques.
Adoro os escritores russos, em geral (todos os que li eram formidáveis - Gogol, Tcheckov, Tolstoi, etc.).
Adoro as crônicas de Nestor de Holanda (meu falecido sogro), capaz de fazer você rir no meio do choro.
Adoro a Fred Vargas (policiais com trama).
Adoro textos de humor leve.

Ih, já saí dos escritores!
Então é hora de parar.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Livros e personalidades - 7

James Joyce (lendo) em 1939.

Conhecido escritor irlandês (1882-1941), que viveu expatriado na França e Suíça e morreu quase cego, de tanto ler.
Embora ainda não tenha aparecido aqui pelo blog, deixou obras muito conhecidas como:
Ulisses
Retrato do Artista quando Jovem 
Dublinenses 
e
Finnegans Wake

"Os erros são as portas da descoberta"

"Tudo é muito caro quando não se tem necessidade"

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Fred Vargas - escritores

Fred Vargas
Frédérique Audoin-Rouzeau (Paris, 1957 - )

Arqueóloga e historiadora francesa, se celebrizou como escritora de romances policiais.

Tem como característica o desenvolvimento sólido de seus personagens, que se tornam efetivamente reais e muito envolventes. Embora não tenha centralizado suas obras em torno de um só personagem, o detetive Adamsberg é o mais conhecido, e mais recorrente.

Aqui no Brasil, alguns de seus livros foram editados pela Companhia das Letras.

Relação de obras:
  1. Les Jeux de l'amour et de la mort : romance, 1986
  2. L'homme aux cercles bleus : romance, 1991, editado no Brasil em 2006 como "O Homem dos Círculos Azuis" - (Adamsberg)
  3. Ceux qui vont mourir te saluent : romance, 1994 (Claudio, Tibério e Nero)
  4. Debout les morts : romance, 1995 - (Marc, Mathias, Lucien e Vandoosler) (o meu favorito)
  5. Un peu plus loin sur la droite : romance, 1996 - (Louis Kehlweiller, Marc e Mathias) (o segundo favorito)
  6. Sans feu ni lieu : romance, 1997 (Louis Kehlweiller, Marc, Mathias, Lucien e Vandoosler)
  7. L'homme à l'envers : romance, 1999, editado no Brasil em 2005 como "O Homem do Avesso". - (Adamsberg)
  8. Pars vite et reviens tard : romance, 2001, editado no Brasil em 2004 como "Fuja Logo e Demore Para Voltar" (Adamsberg)
  9. Petit traité de toutes vérités sur l'existence : ensaio, 2001
  10. Coule la Seine : 3 contos (Salut et liberté, La nuit des brutes et Cinq francs pièce), 2002 - (Adamsberg)
  11. Critique de l'anxiété pure : 2003
  12. Salut et liberté suivi de La nuit des brutes (repetição de dois dos contos já publicados sob o nome de Coule la Seine), 2004
  13. La Vérité sur Cesare Battisti / textes et documents rassemblés par Fred Vargas : ensaio, 2004
  14. Sous les vents de Neptune : romance, 2004 (Adamsberg)
  15. Dans les bois éternels : romance, 2006, editado no Brasil em 2009 como "Relíquias Sagradas" (Adamsberg)
  16. Un lieu incertain : romance, 2008, editado no Brasil como "Um lugar incerto"
  17. L'Armée Furieuse : romance, 2011, editado no Brasil como "O Exército Furioso".


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Livros e Personalidades - 4

Aldous Huxley

escritor inglês  (1894-1963) que se mudou para os Estados Unidos, tendo trabalhado como roteirista em Hollywood, e morreu no mesmo dia que John F. Kennedy e C.S.Lewis.
Esteve no Brasil em 1953, visitando o Rio de Janeiro e os índios no Xingu.
Sofria de grave enfermidade nos olhos e passou a maior parte de sua vida cego mas, mesmo assim, deixou 47 obras, das quais as mais famosas são: 
  1.  Admirável Mundo Novo (Brave New World), romance publicado em 1932
  2. Sem Olhos em Gaza (Eyeless in Gaza), romance publicado em 1936
  3. Regresso ao Admirável Mundo Novo (Brave New World Revisited), ensaios de 1959
  4. A Ilha (Island), romance publicado em 1962

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mário de Andrade

Mário de Andrade
Mário Raul de Morais Andrade (09/10/1893 - 25/02/1945),
escritor, poeta, professor, crítico, esteta.

Figura central da cultura brasileira no século XX, firmou conceitos estéticos na arte em geral.

Participou da Semana de Arte Moderna de 1922 e juntamente com vários artistas de sua época, revolucionou a arte nacional, fugindo dos padrões europeus, de forma a imprimir uma  "brasilidade" à criação artística.


Este posicionamento, que ficou conhecido como Antropofagia, buscava colocar a cultura brasileira em pé de igualdade com as demais, não constituindo uma rejeição do que vinha de outras culturas, de forma xenófoba, mas absorvendo delas o que era bom e interessante para gerar um fruto nosso, autêntico, com a nossa "cara".

Na literatura, buscou uma linguagem efetivamente brasileira, mudando a grafia de palavras que, posteriormente, foram alteradas por reformas ortográficas e utilizando uma forma mais livre na escrita.


"Ora sabereis que sua riqueza de expressão intelectual é tão prodigiosa, que falam numa língua e escrevem noutra" (Macunaíma)

Nas artes plásticas, além da influência direta pela amizade mantida com vários artistas que construíram sólidas carreiras,  influência esta notada pela farta correspondência que deixou. O trabalho do mestre Aleijadinho somente foi reconhecido no país após o trabalho de Mário de Andrade sobre ele. 

Na música, foi responsável pelo movimento nacionalista, pelo estudo do folclore, tendo deixado grandes e importantes estudos (Ensaios sobre a Música Brasileira,Pequena História da Música Brasileira, Modinhas Imperiais, Música, Doce Música, Música do Brasil, Dicionário Musical Brasileiro... ufa! e ainda deve ter mais!).



"Não devemos servir de exemplo a ninguém. Mas podemos servir de lição."


Seu bom humor, criatividade eram transbordantes e, no famoso Prefácio Interessantíssimo de sua obra "Paulicéia Desvairada", começa "criando" um movimento (Desvairismo) e, ao fim,  afirma:

"63. Está acabada a escola poética. “Desvairismo”.
64. Próximo livro fundarei outra. "

De sua farta lista de obras (cerca de 58), a prateleira já leu Macunaíma (1928)

Pra terminar, ele tinha uma biblioteca ENORME. Cerca de 17.000 volumes segundo a Folha de São Paulo (José Geraldo Couto e Mario Cesar Carvalho - 26/09/1993)... Haja prateleira!

- Os retratos foram pintados por Lasar Segal (esq) e Tarsila do Amaral (dir).-

domingo, 28 de março de 2010

Isabel Allende

Aproveitando o ensejo da lista dos 501 escritores, estou inaugurando um novo tipo de "post" mais biográfico, sobre os escritores dos quais li alguma coisa ou que já estão na prateleira, aguardando sua vez...   Vou tentar seguir a ordem da lista e começo com:


Isabel Allende

Filha de um diplomata chileno (Tomás Allende), nasceu durante a permanência de sua família em Lima (Peru) em 02/08/1942, morou na Bolívia, no Líbano, Venezuela e, hoje, vive nos Estados Unidos.

Seu pai era primo do presidente chileno Salvador Allende, morto durante o ataque ao palácio de "La Moneda" pelo golpe militar que, em 1973, colocou no poder o ditador Augusto Pinochet.
Embora haja dúvidas se Allende morreu assassinado ou se teria cometido suicídio no momento da invasão, é claro que sua morte só ocorreu naquele momento em decorrência do golpe.

Este acontecimento, que modificou a história do Chile, foi tratado no seu romance de maior sucesso, "A Casa dos Espíritos".
Ela teve dois filhos, Paula e Nicolás.   Em homenagem à sua filha Paula, temendo que esta viesse perder a memória em decorrência de um problema de saúde, escreveu o romance auto-biográfico "Paula".  A filha, no entanto, não resistiu e morreu jovem, com apenas 29 anos, em 1992.


Casa dos Espíritos

Saga de uma família, bem no estilo do "Cem anos de Solidão" do Gabriel Garcia Marques.  Muito bem escrito, a trama é envolvente, o grande sucesso não veio a troco de nada.

Já o filme, eu vi e não gostei, apesar da Meryl Streep.
Mas o livro é muito bom, vale a pena ler.
 


De amor e de sombras
História de amor de um jovem casal tendo como pano de fundo a complicada situação do Chile durante a ditadura.
Também gerou um filme, com o Antônio Banderas, mas eu não vi.
O livro é fraco, em comparação ao outro, li no entusiasmo do primeiro, não recomendo.


Zorro

Este eu comprei, mas ainda não chegou, estou na espectativa.
Romance escrito por Isabel Allende, sobre o personagem criado por Johnston McCulley.
Quando o ler, vai ganhar uma resenha à parte.