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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Astérix entre os Pictos


Astérix chez les Pictes 
Jean-Yves Ferri e Didier Conrad (Uderzo-Goscinny)
46 pág


Apesar de a história ter sido escrita e desenhada por uma nova dupla de criadores, eles foram tão, mas tão preocupados em respeitar a obra original que, ao ler, é difícil imaginar que não sejam os originais....

Muito bem feito e divertido.

É verdade que o desenhista, Uderzo, por contrato, tinha o direito de rever todo o trabalho, mas acho que ele gostou do resultado.  A capa, inclusive, foi desenhada a quatro mãos.  Uderzo fez o Obelix e Didier Conrad o restante.





A dupla querida vai, agora, à Escócia, conhece o whisky, o monstro do lago Ness, os clãs.... etc.

Imperdível.





 [terminei em 30/12/2013]

sábado, 27 de julho de 2013

O Cemitério das Princesas

Le Cimetière des Princesses
Jacques Ferrandez (1995)
Magnard Casterman - 92 pág.

 HQ.

Este é um dos episódios de uma série escrita sobre a guerra na Argélia.

Marianne, estudante de Belas-Artes, encontra em um sebo, um caderno de anotações de um pintor durante uma viagem pelo país. E ela resolve refazer a viagem.

O desenho é interessante e a história prende.
Em francês.

[terminei em 15/11/2012]



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Tintim e os Pícaros

Tintin et les Picaros
Hergé (1976)
Casterman (62 pág.)

Tintin e seus amigos são atraídos para uma armadilha preparada pelo General Tapioca, que havia deposto o General Alcazar e sequestrado a cantora Bianca Castafiori.

Só que o vilão não contava com a coragem e a sorte de nosso herói que não só escapa da armadilha, como devolve o governo de San Theodoros para Alcazar.

Como sempre, é uma trama movimentada, embora não esteja entre as minhas favoritas. 

[terminei em 06/10/2012]

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Carvão no Porão ou Perdidos no Mar (2)

Coke en Stock (Carvão no Porão)

Hergé (1958)
Casterman (62 pág.)

História em quadrinhos.

Meu amigo Britto, super-especialista em Tintin, responsável por um blog ultra completo sobre o personagem, reclamou que o post anterior estava muito curto e tive que dar razão a ele. Curto, muito curto mesmo.

Voltei, portanto, ao álbum (com muito prazer), e relembrei dos detalhes da leitura, para fazer uma postagem decente. 


Tudo começa quando esbarram (literalmente) no General Alcazar, personagem que já havia aparecido nos episódios: "A orelha quebrada" e "As sete bolas de cristal".
O General, com o encontrão, deixa cair a carteira e obriga Tintin e Haddock a procurar por ele que, entretanto, desaparece misteriosamente.

Ao chegar em casa, outra surpresa: Abdallah, que já  aparecera em "O país do ouro negro", veio se refugiar ali, por causa de um golpe de estado em seu reino que causara o sequestro de seu pai, o Emir.

Tintin, o Capitão e Milou partem, com o objetivo de ajudar seu amigo e, no caminho, têm de enfrentar traficantes de escravos, o que na época já era ilegal, daí o código usado para indicar que os navios estavam carregados com escravos: "Carvão no porão".

E claro que nossos heróis vencem tudo, mas somente após muitas aventuras, com participações também da Castafiori, do Senhor Oliveira e do Séraphin Lampion. 
Milou até "dá uma surra" em um leopardo...


Hoje, já sabemos que Steven Spielberg é fã das histórias de Tintin, além de sabermos que ele costuma usar em seus filmes frases, personagens e até cenas completas de outros filmes e histórias.
E não é que nossos heróis passam por um desfiladeiro e chegam em Petra, a famosa cidade encravada nas pedras, cena que vemos também em "Indiana Jones e a Última Cruzada"?  
















No mesmo filme, Jones faz peripécias em um cavalo no deserto, enquanto era perseguido por um tanque de guerra, não é?  Seqüência descaradamente inspirada no Capitão Haddock na página 26.


Como sempre, boa leitura.  Diversão garantida.

Britto, espero ter-me redimido.

[terminei em 04/10/2012]

sábado, 26 de janeiro de 2013

Perdidos no Mar

Coke en Stock (Carvão no Porão)

Hergé (1958)
Casterman (62 pág.)

História em quadrinhos.

Nessa aventura, Tintin, o capitão Haddock e Milou enfrentam traficantes de escravos.

E vencem, é claro!

[terminei em 04/10/2012]

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Explorando a Lua

On a Marché sur la Lune 
Hergé (1954)
Casterman (62 pág.)

História em quadrinhos.

E eles chegam à Lua!

Continuação do "Objectif Lune".

Tintin e seus amigos são os primeiros humanos (e caninos) a pisar na Lua.

Além de todas as aventuras inerentes à exploração de um terreno totalmente novo e desconhecido, eles ainda têm de lidar com um clandestino e um plano de sabotagem envolvendo um dos membros da equipe.

Gosto mais do título francês: "Nós andamos sobre a Lua".  
Divertido, como sempre.
E faltam poucos para eu acabar de ler a coleção inteira...

[terminei em 02/10/2012]

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Rumo à Lua

Objectif Lune 
Hergé (1953)
Casterman (62 pág.)

Tintin vai à Syldavie encontrar seu amigo Tournesol  e descobre que ele está trabalhando no desenvolvimento de um foguete para ir à Lua.

Obviamente, Tintin, Haddock e Milou se envolvem na aventura... que continua no "On a marché sur la Lune".

O engraçado é que a história foi publicada em 1953, muito antes da Apolo 9, em 1969... e as coincidências não são poucas.

Hoje, que a NASA afirma ter "perdido" os originais dos filmes da chegada à Lua, a gente começa a questionar tudo...

Mas o livro, como sempre, é muito divertido.

[terminei em 01/10/2012]

domingo, 20 de novembro de 2011

Tintin - O caso Girassol

Tintin - L'affaire Tournesol
Hergé (1956)
Casterman (62 pág.)

História em quadrinhos.

Mais uma da série do Tintin.  Agora estou começando a economizar... com pena de acabar.

De repente, na maison Moulinsart começam a se quebrar todos os vidros e espelhos...


Como se não bastasse, o professor Girassol desaparece...




Tintin e o Capitão Haddock partem, então, em uma busca, para resgatar o amigo, se metendo na guerra entre Syldavie e a Bordurie, dois países ávidos por conseguir novas armas que os tornem invencíveis.

Aventura, movimentada como sempre.

Como curiosidades, o autor se desenhou na frente da mansão, como um jornalista;

o hotel em que os dois aventureiros se hospedam foi inspirado no hotel Cornavin, na Suíça.  Hoje, na entrada, Tintin e Milou estão representados em estátuas;




e a casa do professor Topolino, está na rua indicada na história, na cidade de Nyon, somente em número diferente, conhecida, hoje, como "a casa de Tintin".

E já tinha esquecido de dizer, mas o Britto lembrou: gostei, claro, e recomendo.

[terminei em 16/10/2011]

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tintin no país do ouro negro

Tintin au pays de l'or noir
Hergé (1939/40 em preto e branco e 49/50 a versão em cores)
Casterman (62 pág.)

Hergé começou a escrever a história logo após o álbum "O cetro de Ottokar" mas parou, vindo a terminá-la muitos álbuns após.
Por esse motivo, o capitão Haddock aparece rapidamente no início e volta somente no final, com uma breve menção ao Prof. Girassol, já que os personagens não se conheciam na época em que o álbum foi iniciado.

A narrativa começa na época imediatamente anterior à 2ª Guerra, e uma companhia de petróleo, tentando dominar poços árabes, altera os combustíveis de forma a causar explosões.
Tintin resolve investigar e parte para o deserto.  Lá encontra um vilão que já havia aparecido no álbum "Ilha negra".
 
Não é dos meus preferidos.  A história é meio confusa, Tintin se livra da morte várias vezes por pura sorte, o filho do Emir é um chato de marca maior e Milou não tem uma participação muito ativa, (o que é uma pena, já que é meu personagem favorito...).

Diverte sempre, é claro, mas há outros melhores na série.

[terminei em 30/01/2011]

sábado, 4 de dezembro de 2010

O Cetro de Otokar

Le Sceptre d'Ottokar
Hergé (1938 em preto-e-branco e 1947 em cores)
Casterman (62 pág.)

No reino da Syldavie, há muito tempo atrás, um Rei se livrou de uma traição com a ajuda de seu cetro (que ele acertou na cabeça do traidor).  A partir de então, o cetro se tornou o garantidor da realeza.  Se os novos reis não mais o possuíssem, perderiam o trono.

Tintin descobre um complô e resolve a questão, com a ajuda de Milou, é claro. 
Muito bom.
[terminei em 05/11/2010]

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Templo do Sol

Le Temple du Soleil
Hergé (1949)
Casterman (62 pág.)

Continuação de "As 7 Bolas de Cristal".

Ainda procurando pelo Prof. Girassol que fora sequestrado, Tintin, Milou e o Capitão Haddock vão ao Peru.

Lá se embrenham pelas montanhas, floresta, mais montanhas, até que são capturados pelos índios locais que ainda mantinham as tradições Incas e resolvem matá-los.

Obviamente tudo acaba bem.

Tem toda uma questão de feitiçaria que a mim, particularmente, é bem desagradável, mas foi a solução que o autor deu à história.
Aliás ele também demonstrou esse lado místico no "Tintin no Tibet"...

Do lado comédia, o Capitão Haddock tem um pequeno entrevero com as lhamas, mas eles também se resolvem no fim...

[terminei em 07/11/2010]

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

As 7 Bolas de Cristal

Les 7 Boules de Cristal
Hergé (1948)
Casterman (62 pág.)

Vários arqueólogos (7) encontram múmias Incas no Peru.  Só que as múmias estavam protegidas por uma maldição....  e todos os estudiosos caem em um sono profundo depois que alguém joga ao lado de cada um deles bolas contendo uma espécie de sonífero.

Para complicar mais ainda, o professor Girassol (Tournessol) é sequestrado.

Tintin se empenha, então, para solucionar a questão.

História sem fim, continua no "O Templo do Sol".

[terminei em 13/10/2010]

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O Tesouro de Rackham o Terrível (Vermelho?)

Le Trésor de Rackham le Rouge
Hergé (1944)
Casterman (62 pág.)

Continuação do "Segredo do Licorne".
Depois de terem sabido da existência do tesouro no livro anterior, Tintin, o Capitão Haddock, os policiais Dupond e Dupont, bem como o professor Tournesol (Girassol) partem para uma expedição marítima em busca das jóias e pedras preciosas.

Bem divertido e movimentado.

Neste episódio aparece, pela segunda vez, o famoso castelo de Moulinsart, só que, desta vez, em uma visão panorâmica.

 O desenho foi claramente baseado no castelo de Cheverny (na França):



Hergé também se inspirou na cidade de Malicorne-sur-Sarthe, tirando de lá os nomes: "Licorne" e "Loiseau" (nome dos bandidos que apareceram no episódio anterior e são mencionados neste) este último, que seria o nome do fundador das fábricas de porcelana (faience) da região.

Já o nome do tesouro teria vindo do pirata inglês Jack Rackham.

Segundo a Wikipedia, estes dois álbuns seriam os mais vendidos no mundo.


[terminei em 09/10/2010]

domingo, 21 de novembro de 2010

Meme Literário - Dia 21

Dia 21 – um livro guilty pleasure
 

Dona Batatinha explicou que um livro "guilty pleasure" é aquele tipo que muita gente não gosta, mas você sim. 

Bom, eu gosto de HQ em geral.  
Muita gente não leva a sério, acha que é coisa de criança:  se tem figurinha, então não é livro (!?!?!)

Mas EU gosto. 
Pronto.


No momento, estou na fase Tintin (e Milou), juntando o prazer das histórias em quadrinho com a leitura em francês (de um autor belga, como "plus").




Já li todos os Asterix (louca por ele, pelo Obelix e pelo Ideiafix!).  

Inclusive, quando ainda somente sonhava em estudar francês, comprei um original (no caso, Asterix en Hispanie) e fui lendo quadro a quadro com um dicionário do lado...  As imagens ajudam, então é meu conselho para todos os que desejam estudar uma língua estrangeira: comecem pelos quadrinhos!


Quando criança, era fanática pela Luluzinha (e Bolinha, Aninha, Carequinha, Alvinho ... todos os queridos no diminutivo). 




O pato Donald já passou por este Meme  (o Mickey nunca me agradou... ratos (urgh!))

A turma da Mônica também não estava entre os favoritos, mas lia sempre, mesmo assim. Do Maurício de Souza, eu gostava do dinossauro (Horácio), meio sumido agora.

O Garfield... (para quem gosta de gatos, é meio óbvio, não?)


Tinha o reizinho, que desapareceu, 
e a Belinda (adooooro...  tenho guardados vários quadrinhos recortados do jornal).

Bem, é isso.

sábado, 20 de novembro de 2010

O Segredo do Licorne

Le Secret de La Licorne
Hergé (1942)
Casterman (62 pág.)

Tintin compra uma miniatura de uma caravela para dar de presente a seu amigo, Capitão Haddock.
Só que, por acaso, a miniatura era cópia de um navio real, que afundara e tinha sido feita por um de seus ancestrais, que deixara três cópias, uma para cada filho.
Dentro de cada uma, instruções para achar um tesouro de um pirata, responsável por levar o navio original a pique...

O meu personagem favorito é o Milou... e neste episódio tem uma seqüência muito interessante com ele.
Logo no início da história, Tintin está em uma feira de antiguidades.
Embora não haja menção a isso no texto, este tipo de feira é conhecido, em Francês, como "Marché aux Puces" igualzinho a em Português: Mercado das pulgas". Daí que, em quase todos os quadrinhos em que Tintin está na feira, Milou aparece se coçando...

Historinha super-movimentada, mas sem fim, já que continua no "Tesouro de Hackham o Vermelho Terrível"...

Ah! somente como curiosidade: Licorne quer dizer Unicórnio (era a figura que enfeitava a proa do navio), não sei porque no nome em português não fizeram a tradução...

[terminei em 07/10/2010]

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A Ilha Negra

L'Ile Noire
Hergé (1943 em preto-e-branco e 1965 em cores)
Casterman (62 pág.)

É o sétimo da série e gostei bastante dele, é bem movimentado.  Tintin vai à Escócia atrás de um bando de bandidos que falsificava dinheiro.
Lá, entre outras coisas, encontra com um grande gorila (inspirado no King Kong) que é vencido porque tem medo do latido do Milou.

Os entendidos no assunto dizem que a ilha foi inspirada na Île d'or, no sul da França. (realmente parece...)



Recomendado, sim!

[terminei em 07/10/2010]

sábado, 6 de novembro de 2010

Tintin no Congo

Tintin au Congo
Hergé (1931)
Casterman (62 pág.)

Esta história mostra claramente como os tempos (e as ideologias) mudam.
Recentemente abriu-se um processo questionando a história sob a acusação de que apresentaria uma visão distorcida do Congo, da África e dos Negros.
Não vejo motivo para isso.  É só um retrato de época, de um povo colonizado, feito a sob a ótica da cultura européia, semelhante a inúmeras outras histórias e filmes.
Ora, mostrar a diferença entre culturas não importa, obrigatoriamente, em estabelecer uma gradação ou juízo de valor entre elas.
E o fato de o Tintin ser mais esperto e ágil e sortudo decorre simplesmente de ser ele o herói da história, situação que se repete em todos os outros álbuns, não tendo nada a ver com o Congo em particular.

De qualquer forma, hoje seria impensável que um personagem, mais particularmente um herói, fizesse um safari e matasse inúmeros animais selvagens.
Mas em 1931 isso era normal, e é o que Tintin faz.
Eu, particularmente, concordo com o Milou: não suporto essas cenas de matança!


[terminei em 06/10/2010]

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Meme Literário - Dia 5

Dia 05 – O primeiro livro que você lembra de ter lido

Eu comecei a ler muito cedo.  Minha mãe conta (toda orgulhosa) histórias sobre as minhas primeiras aventuras no mundo dos livros, aos 4 anos de idade. 

Na realidade, ela é a responsável pelo meu início precoce e, também, pelo amor aos livros. 
Desde pequena, ela lia histórias para mim, e tinha o hábito de ir acompanhando com o dedo o que estava lendo e, quando chegava em palavras que já haviam aparecido, ela não lia, esperando que eu as lesse.  
Assim, aprendi a ler pelo método da forma, e somente depois, pela junção das letras B-A=Ba, etc. 

Como a "obra" mais freqüentemente lida era o Pato Donald,  conclui-se que a primeira palavra que eu li era a mais recorrente naquele gênero de literatura, ou seja:

Depois, vieram os outros livros...

domingo, 24 de outubro de 2010

Tintin na América

Tintin en Amérique
Hergé (1932)
Casterman (62 pág.)

Este é o terceiro álbum da série.
Tintin é enviado aos Estados Unidos para prender Al Capone.
Não o prende, mas coloca um bocado de mafiosos e seus gangsters atrás das grades.
Para isso fica à beira da morte diversas vezes (bem como o Milou)...
Animado, movimentado, como não podia deixar de ser, em se tratando dos Estados Unidos, tem uma perseguição de carros nas ruas de Chicago...
Muitas críticas.
Divertido.

Quem tiver curiosidade, deve passar no blog do Brito (http://www.tintimportintim.com/2010/09/tintim-na-america-e-realidade-dos-eua.html), ele mostra vários quadros que o autor foi obrigado a refazer, para que o álbum pudesse ser publicado nos Estados Unidos...

Eu particularmente, acho besteira, todos os desenhos são estereotipados, o próprio Tintin, com seu topete é, todos os personagens de óculos são... mas limitaram a questão aos negros...  Acho que o resultado final sai perdendo... mas ninguém pediu a minha opinião, não é?
(Além do mais eu nem sonhava em existir...)


[terminei em 29/09/2010]

domingo, 12 de setembro de 2010

Tintin noTibet

Tintin au Tibet
Hergé (1960)
Casterman (62 pág.)

Tintin recebe uma carta de seu amigo Tchang (do Lotus Bleu) e fica sabendo pelos jornais que o avião em que ele estava caiu nas montanhas geladas do Tibet.  Apesar das notícias afirmarem que não houve sobreviventes, ele insiste que seu amigo ainda está vivo e parte para lá, acompanhado do Capitão Haddock e, óbvio, do seu cachorrinho Milou.
Juntos, eles passam por muitos perigos (todos quase morrem várias vezes), mas tudo acaba bem.

No meio do caminho, ainda topam com o Abominável Homem das Neves...
Não é dos mais incríveis ... mas, como sempre, bem feito.

[terminei em 01/09/2010]